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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

PAZ NO FUTEBOL




O Mural acompanhou sobre o ato de racismo ocorrido no jogo Grêmio e Santos na Arena em Porto Alegre referente ao campeonato Copa do Brasil. Toda a repercussão sobre a palavra macaco na leitura labial de Patrícia Moreira, aonde supostamente, ofende o goleiro Aranha (Santos). Sendo que uma parte da torcida fizera gestos de macaco. Mas no episódio do ato de racismo, focaram a Patrícia Moreira ofendendo o goleiro. Patrícia se tornou o símbolo do racismo no jogo da Arena do Grêmio e do Rio grande do Sul. Televisão, rádios, jornais e internet, só se falava da agressão de Patrícia sobre o goleiro. Ela foi perseguida, agredida moralmente e a casa apedrejada. O goleiro aranha no momento saiu do jogo chateado, com toda razão com aquele cenário. No momento não tinha intenção de fazer o BO (Boletim de ocorrência). Mas devidos as pressões do clube, torcida e do fato que tudo foi filmado. O goleiro decidiu ir à delegacia e fazer a ocorrência sobre o racismo.
A Patrícia aconselhada pelo seu advogado, compareceu numa coletiva para declarar que não é racista e sim fanática pelo seu clube (Grêmio) e que foi na empolgação do jogo aonde o seu time de coração perdia a partida pela diferença de dois gols. Na mesma coletiva pediu perdão ao goleiro, sendo que o mesmo não aceitou. O Grêmio foi julgado e está recorrendo a
exclusão da Copa do Brasil. Ainda estão tentando achar mais torcedores envolvido no ato de racismo, mas até o momento só tem a Patrícia. Um membro do STJD, que julgou o Grêmio, se afastou por ter postado mensagens racista no perfil do Facebook.  Mas o que mais chamou atenção foi o preconceito em cima do preconceito. O Rio Grande do Sul virou a terra do racismo. O Grêmio um clube que só tem torcedores racista. Os direitos humanos não se manifestaram a nenhum dos lados. A lei Maria da Penha não se manifestaram para auxiliar a Patrícia Moreira. O Rio Grande do Sul se dividiram e alguns não quiseram se envolver sobre o ato de racismo. Algum se manifestaram só para aparecer na mídia. Enumeras vezes o Grêmio e o Internacional foram ofendidos com atos racista e até chamado de gaúchos gay no campo dos seus adversários. O futebol foi feito para unir povos e levar diversão. É o único momento que nós brasileiros esquecemos os problemas do dia a dia e se divertimos, comemoramos e gritamos gol. Claro que existe uma minoria em qualquer clube de futebol do Brasil que só vai criticar e para brigar. Agora com todo essa repercussão, com certeza os clubes gaúchos não serão vistos com bons olhos e a rivalidade tende a crescer muito mais. Não vamos deixar que uma camiseta de um clube vire uma violência no futebol. Vamos deixar o preconceito de lado e vamos ser mais humilde e se unir para melhorar o nosso futebol, o nosso pais!