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quinta-feira, 13 de março de 2014

TAPINHA NAS COSTAS

Um dos símbolos consagrados da falsidade, no senso comum, é o famoso tapinha nas costas.
Sorrisos, abraços, “tapas nas costas” são fáceis de serem encontrados em ambientes de trabalho e mesmo em lugares religiosos. Fenômeno que nem sempre reflete a falsidade em si, mas que pode indicar uma necessidade do homem, mesmo que inconsciente, de estar próximo a pessoas que eles considerem “melhores” ou “ importantes”.
Quais os critérios que utilizamos hoje em dia

para avaliar a importância humana?
O homem é um ser espiritual que habita o planeta Terra utilizando-se de uma veste carnal. Para construir a sua vida no planeta, cresce aprendendo as regras sociais e sendo instruídos sobre o que é ser alguém na vida e o que é ser um perdedor. Tais ensinamentos, na maioria dos casos, baseiam-se somente no que é valorizado pelo homem enquanto ser encarnado. Valores que fazem com que o indivíduo precise dividir a sua vida entre as conquistas materiais e as espirituais, sem que ele entenda que as duas conquistas são complementares. Afinal, como pensar em conquistas materiais sem o suporte, a motivação e a ética que somente as conquistas espirituais conseguem nos dar?
O tapinha nas costas, mais do que sinonimo de interesse ou falsidade, deveria ser símbolo da fraternidade e do estímulo ao desenvolvimento do outro.
Saber entender qual dos dois tapinhas praticamos no dia a dia, depende de uma análise sincera e profunda sobre as nossas verdades internas, sobre o que realmente valorizamos.
Que tal se a partir de hoje nossos sorrisos, abraços e “tapinhas” refletissem somente a nossa energia mais pura em direção ao outro? Que tal se de nossas mãos começassem a sair somente irradiações de paz, incentivo e amor?
Vamos tentar?

EXTRAÍDO DO BLOG PENSAMENTO ESPÍRITA